quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Divulgado trailer de Mamonas para Sempre

Foi divulgado o trailer oficial do documentário Mamonas Para Sempre, O Doc. O longa é dirigido por Cláudio Kahns.

Em menos de 10 meses, a banda Mamonas Assassinas saiu do anonimato para um dos maiores fenômenos da música brasileira. Irreverentes, inteligentes, sarcásticos e criativos, o grupo arrebatou o Brasil e, em pouco mais de seis meses, vendeu dois milhões de cópias de discos.

O documentário tem material inédito e depoimentos de parentes, amigos, produtores e músicos que recontam a trajetória do grupo, os desafios, a ascensão e o trágico acidente aéreo que matou todos os seus integrantes em 1996.

Wes Craven começa a rodar Pânico 4 em clima de total mistério

http://wp.clicrbs.com.br/matine/2010/07/01/wes-craven-comeca-a-rodar-panico-4-em-clima-de-total-misterio/?topo=77,2,18,,,77Wes Craven começou a rodar Pânico 4. O roteiro é de Kevin Williamson, que acertou a mão no primeiro filme da série - e, diante do péssimo segundo filme, não entrou na indiada do terceiro.

Adam Brody, Marley Shelton e Erik Knudsen são os mais novos nomes que integram o elenco. Neve Campbell (a chatérrima Sidney), David Arquette (o policial imbecil e inútil que deveria ter morrido no primeiro filme) e Courteney Cox (a jornalista que parece ser a única a usar o cérebro) também estão de volta, embora a ideia seja passar o bastão para o quarteto Emma Roberts, Hayden Panetierre, Rory Culkin e Nico Tortorella.

Diretor e roteirista estão mantendo a trama em total sigilo para não acabar com a graça de saber quem é o assassino mascarado desta vez – tanto que nem os próprios atores puderam ler todo o roteiro para não saberem o gran finale.

O que se sabe até agora é que Brody fará um policial recém-formado que foi criado assistindo ao seriado de TV CSI (do qual eu sou fã, por sinal)– personagem semelhante ao de David Arquette nos três filmes anteriores. Marley Shelton será uma delegada que conheceu a personagem de Campbell no colégio (provavelmente umas das suspeitas de ser o assassino). Erik Knudsen terá um papel semelhante ao que Jamie Kennedy representou nos dois primeiros filmes Pânico: alguém familiarizado com as convenções dos filmes de horror e que garante um pouco de alívio cômico.

Não sei se isso é uma notícia boa ou ruim. Wes Craven retomar o terror no qual ele se tornou mestre até pode ser positivo, mas diante do fiasco de filmes como O Retorno de Freddy Krueger, Amaldiçoados e os dois últimos filmes da série fica difícil acreditar em um quarto longa que, usando a mesma fórmula, não seja patético e chato.

Devaneios a parte, o site Shockya já divulgou um primeiro cartaz do novo filme.


Começam as filmagens do primeiro filme infantil de Martin Scorsese

Se você leu este título acima e está embasbacado, sabia duas coisas:

1) O título está correto.
2) Eu também estou.

A Sony anunciou o início das filmagens da adaptação do livro infantil A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick, com direção de Martin Scorsese.

O filme, que aparentemente se chamará apenas Hugo Cabret e será em 3D, tem no elenco nomes estrelados como Sir. Ben Kingsley, Asa Butterfield (aquele gurizinho fofo de O Menino do Pijama Listrado) e Chole Moretz. Também foram anunciados os nomes de Jude Law, Ray Winstone, Christopher Lee, Helen McRory, Frances De La Tour e Richard Griffiths.

Scorsese adquiriu os direitos do filme em 2007. A história segue o órfão Hugo na Paris dos anos 30. Ele vive no telhado de uma estação de trem e se ocupa de cuidar do relógio enquanto tenta consertar uma espécie de robô deixado pelo seu falecido pai.

O roteiro foi desenvolvido por John Logan, que já trabalhou com Scorsese em O Aviador (isso me dá muito medo, já que considero este o filme mais chato do diretor). A produção está sendo rodada em Londres e Paris e entre os produtores do longa está Johnny Depp.

O filme deve chegar às telas no fim de 2011.

Novo filme de Woody Allen estreia no Brasil em dezembro

Você vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos é o título em português do novo filme de Woody Allen, You Will Meet A Tall Dark Stranger, que estreia no Brasil no dia 17 de dezembro, que será distribuídos pela Paris Filmes.

Como nos últimos filmes do diretor, o filme conta com um elenco estrelado, que inclui os atores Antonio Banderas, Josh Brolin, Anthony Hopkins e Naomi Watts, além de Gemma Jones, Freida Pinto, Lucy Punch e Roger Ashton-Griffiths.

O filme conta a história de dois casais: Alfie (Hopkins) e Helena (Jones) e sua filha Sally (Watts), casada com Roy (Brolin), abordando as suas paixões, ambições, ansiedades e, logicamente, suas insanidades. Depois que Alfie deixa Helena em busca da sua juventude perdida com uma menina liberal chamada Charmaine (Punch), Helena abandona sua própria racionalidade e entrega sua alma para um vidente charlatão. Também infeliz no casamento, Sally desenvolve uma paixonite pelo seu elegante chefe, proprietário de uma galeria de arte, Greg (Banderas), enquanto o escritor de romances Roy, aguarda ansiosamente resposta da editora para seu último manuscrito.

Scorsese roda seu mais novo filme em Paris

A Invenção de Hugo Cabret é o primeiro filme do diretor em 3D e voltado para o público infantil

Martin Scorsese está em Paris rodando seu mais novo filme, A Invenção de Hugo Cabret, no qual o diretor presta homenagem ao cineaste Georges Méliès (1861 — 1938). As gravações começaram no dia 16 de agosto e devem ser concluídas nesta semana, quando toda a equipe irá para Londres filmar algumas cenas.

Atores chegando ao set de filmagens

Scorsese observa a movimentação


Imagem do set

Imagem do set

Imagem do set

Imagem do set

Sir Ben Kingsley como Georges Melies

O diretor e sua equipe

A Invenção de Hugo Cabret é a primeira experiência em 3D do diretor e também o primeiro filme de Scorsese destinado ao público infantil. A trama é inspirada no romance infantil de mesmo título de Brian Selznick, publicado nos EUA em 2007. O filme conta a história o órfão Hugo Cabre, que mora em uma estação ferroviária de Paris até conhecer um misterioso vendedor de brinquedos que transforma sua vida.

O garoto será vivido por Asa Butterfield, de 13 anos – para quem não lembra, ele atuou em O Menino do Pijama Listrado. Caberá a ninguém menos que Sir Ben Kingsley dar vida a Méliès - um dos percussores do cinema francês e considerado por muitos como o “pai dos efeitos especiais”. Christopher Lee, Sacha Baron Cohen, Chloë Moretz e Jude Law são outros protagonistas do filme, co-produzido por Scorsese, Graham King, Tim Headington e o ator Johnny Depp.

Já caiu na rede um vídeo da equipe de filmagem pelas ruas de Paris.

Lugares de Ensino do Audiovisual, e a Licenciatura em Cinema e Audiovisual da UFF

por João Luiz Leocadio

As inovações tecnológicas são marcas do desenvolvimento humano em todas as civilizações e, frequentemente, são utilizadas para caracterizar e demarcar uma época, ou uma geração. A Idade dos Metais frente a Idade da Pedra pode exemplificar uma dessas referências ao apontar para algumas transformações sociais produzidas pela descoberta dos modos de usar o cobre, o bronze e o ferro. As classes dominantes reforçavam sua posição de poder e dominação pela posse de utensílios e produtos de metal, desde objetos simples de uso domiciliar, passando por adornos pessoais até chegarmos às armas para caça e defesa, o que levou a configurar hábitos sociais e práticas comerciais que resultaram na estratificação econômica da população a partir do acesso a determinados artefatos de metais.

Com o audiovisual não é diferente. Surgido no século XX, através do cinema, da televisão e das mídias digitais, o audiovisual teve seu acesso ampliado gradativamente começando pelos grandes salões, com a primeira exibição de cinema no Gran Café em Paris, até se disseminar para grandes contingentes da população que pouco a pouco foi ganhando acesso. Tal qual os adornos de metais, que marcaram uma Era na Pré-História, o audiovisual marcou o século passado com a difusão de cultura nas grandes salas de exibição até chegar às residências populares nas zonas rurais e de periferia.

Embora seja verdade que parte da população mundial esteja na idade da pedra das imagens, nós aqui no Brasil desfrutamos de algumas oportunidades estimulantes para nos inserir na Era do Audiovisual, ainda que não façamos parte das classes dominantes da linguagem audiovisual. A democratização dos meios de comunicação fazem parte desse debate e a defesa individual e a caça de opressores substituiu as armas de metal por câmeras de qualquer tamanho e formato.

O audiovisual ampliou a presença das imagens na sociedade diversificando as possibilidades de difusão de cultura, fazendo com que surgissem novos valores de modernidade e de poder, análogo aos que existiam na Pré-História com o uso dos metais, a partir da onipresença das imagens. Estabeleceram-se novas hegemonias e dominações a partir de quem produz imagens e sons em relação a quem consome audiovisual, fenômeno que se insere na discussão mais ampla dos meios de comunicação, e que são características de uma nova organização social: a sociedade audiovisual.

Ao lado desse fenômeno de consumo é inegável o papel singular que o audiovisual tem desempenhado no apefeiçoamento dos processos de comunicação, seja ele pessoa a pessoa ou em sistemas de difusão de informação em massa. A facilitação do acesso aos meios de produção e difusão de conteúdo tem se acelerado vertiginosamente a partir dos anos 80 do século passado obrigando a sociedade a incorporar esses dispositivos como insumos básicos de consumo e de uso para trocas sociais.

Certamente que no contexto das comunicações é preciso registrar o advento do telégrafo, dos correios, do rádio, como antecessores da indústria criativa do audiovisual, mas é inquestionável que a combinação de som e imagem potencializaram o diálogo multisensorial até então inexistente. Essa combinação de sentidos resgata toda uma história de arte e criação revelando novas qualidades dos elementos constitutivos dessa nova forma de expressão: a linguagem audiovisual.

É nesse contexto que devemos olhar o ensino do cinema e do audiovisual. De uma lado a cadeia produtiva da indústria da comunicação, do outro a criação e a experimentação de uma nova linguagem expressiva com o potencial ilimitado das artes dos sons e das imagens.

Desde as primeiras escolas soviéticas dos anos 20 até os dias de hoje, essas duas perspectivas se fazem presente e exigem forte consistência acadêmica para propiciar uma sólida formação técnica e artística para os alunos. Não se trata apenas de repassar procedimentos técnicos ou soluções já consagradas mas é preciso instigar a pesquisa e a investigação na inovação que, no caso da arte, é imaterial.

O valor de consumo é substituído pelo valor subjetivo. O produto disputa com o processo o foco da realização. São questões que confrontam o próprio conceito de indústria, habituada a ser um ambiente construído para multiplicação e reprodução de modelos existentes. Esse amplo conceito, para toda uma indústria, exige um complexo conjunto de ações formulado por diferentes atores sociais, que incluem agentes públicos e privados, cujas iniciativas visam ampliar o acesso a produção e consumo do audiovisual, particularmente o nacional

Na Universidade Federal Fluminense esse debate ocorre há mais de quarenta anos http://www.ufscar.br/rua/site/?p=1962" e um pouco do que é produzido no curso é exibido em festivias e mostras, nacionais e internacionais, assim como é refletido em monografias disponíveis na Revista Rascunho ,a href="http://sites.google.com/site/monografiascineviuff/">http://sites.google.com/site/monografiascineviuff, enquanto que as dissertações e teses se juntam a outros esforços parcialmente sistematizados em sites de cinema, como é o caso do mnemocine www.mnemocine.com.br. O questionamento político e social, a problematização dos costumes e hábitos culturais, o conhecimento científico e o desenvolvimento de um pensamento crítico sobre o cinema e o audiovisual, são temas recorrentes para se pensar quer na escola ou fora dela.

Esse caminho iniciado por Nelson Pereira dos Santos em 1968, tem como uma de suas principais marcas a realização audiovisual com liberdade criativa. Esse fundamento é base para todo o projeto de uma escola que pretende formar indivíduos capazes de intervir em novos processos a partir de um olhar estético formulado pelo cinema. Essa pedagogia tem permitido que nossos ex-alunos atuem no mercado profissional do cinema, da televisão, da telefonia celular e, mais recentemente, na do videogame, além de contribuir para a construção de novos ambientes de ensino, seja em escolas livres de cinema, seja na organização de cineclubes, mostras, festivais, além de participarem no campo político na gestão de projetos de incentivo à difusão do audiovisual. Por isso defendemos propostas de financiamento público para jovens realizadores cujo perfil profissional se define durante essa imersão em mercados formais e informais http://www.revistaglobalbrasil.com.br/?tag=cezar-migliorin sem o que podemos perder a oportunidade de revelar carreiras artísticas ocultas em subempregos ou em empregos para subsistência.

Esse amplo perfil profissional faz parte das diretrizes curriculares formuladas pelo FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual, aprovadas em 2006 pelo Conselho Nacional de Educação http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces10_06.pdf, é fruto das experiências de ensino de cinema no Brasil ocorridas a partir dos anos 60, com destaque para a Escola Superior de Cinema da Universidade Católica de Minas Gerais, a Escola Superior de Cinema São Luiz, e os cursos de cinema da Universidade de Brasília, Universidade de São Paulo e a Universidade Federal Fluminense. Desde então surgiram novas escolas de Cinema e Audiovisual nas Universidades Públicas e Privadas em todo o território brasileiro.

Enquanto isso, prospera no Brasil, em espaços não formais, experiências bem sucedidas de ensino de cinema como a do Vidigal, ligada ao Grupo Nós do Morro, a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, as oficinas de audiovisual na Maré e na CUFA (Central Única de Favelas) e tantas outras. Oficinas de fotografia como as promovidas pelo Programa Agência-Escola Imagens do Povo http://www.imagensdopovo.org.br assim como projetos de realização audiovisual na pré escola apoiado pela Faperj http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=5541 demonstram o que o esforço para difundir e ensinar o audiovisual se constituem em linhas de ação tanto de organizações não governamentais como de instituições públicas.

Destaca-se, também, um programa do Ministério da Cultura designado como Cine Mais Cultura, que está implantando 1.600 salas de exibição de cinema brasileiro em instituições da sociedade civil articuladas com o poder público, numa clara demonstração de que o Estado brasileiro também quer contribuir para a superação das barreiras culturais impostas pelo atraso no desenvolvimento de uma indústria audiovisual nacional. O novo passo desse ambicioso e inédito projeto é inserir essas salas de exibição nas escolas públicas, fazendo reacender os ideais que fundaram o INCE – Instituto Nacional de Cinema Educativo dos anos 30. (Em Brasília, por meio de emenda parlamentar, esse projeto já está em implantação nas 87 escolas públicas do Distrito Federal.) Com a mesma urgência de fazer chegar o cinema nas escolas, tramita o projeto de Lei do Senador Cristovam Buarque, que prevê a exibição de 2 horas semanais de cinema nacional nas escolas públicas. É um projeto importante e que se articula com a política nacional de cultura do MinC de levar o audiovisual para o cotidiano do ambiente escolar.

É nesse contexto de urgências, que a UFF diagnosticou a necessidade de capacitar profissionais formados na área do cinema e do audiovisual para assumir o lugar de ensino nas escolas e planejar esses cursos, uma vez que quase todas essas experiências tem sido conduzidas por pessoas com alguma formação em cinema ou em áreas afins. O curso de Licenciatura em Cinema e Audiovisual visa contribuir para a consolidação dessas ações além de ampliar a dimensão do cinema descrita nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte ftp://ftp.fnde.gov.br/web/pcn/05_08_artes.pdf e que tem sido negligenciada há décadas nas escolas públicas.

O projeto elaborado pelo Departamento de Cinema e Vídeo em 2009 foi incluído no Programa Reuni, do Governo Federal, como parte dos compromissos da UFF com a expansão de vagas nos vestibulares universitários. Trabalhamos com a possibilidade de oferecimento de 20 vagas no vestibular em 2011/12 dependendo da conclusão das obras já iniciadas no campus do Gragoatá, em Niterói-RJ, às margens da Baía de Guanabara.

O curso terá a duração de quatro anos com disciplinas do campo do Cinema e do Audiovisual, como História do Cinema Brasileiro, História do Cinema Mundial, Teoria e Linguagem Cinematográfica, Narrativas Audiovisuais, e outras, além das de Ciências Humanas e Sociais, de Estudos de Linguagem, de Artes e da Educação.

O projeto pedagógico contemplou metade da carga horária obrigatória com disciplinas teórico-práticas voltadas para a produção audiovisual e para a prática de ensino do audiovisual em sala de aula. São oficinas que privilegiam o processo de realização de vídeos com celulares, webcameras, câmeras digitais, e animação gráfica, e a pesquisa audiovisual desenvolvida com alunos no Colégio Universitário da UFF.

Outro aspecto diferencial do programa pode ser chamado de “liberdade acadêmica”, pois o aluno poderá definir e escolher cerca de 25% da carga horária de acordo com os seus interesses específicos, com uma orientação docente. Esse deverá ser um facilitador para que pessoas com outras formações possam ser acolhidas na Licenciatura em Cinema e Audiovisual. Queremos incluir egressos de história, física, matemática, português, biologia, geografia e tantas outras áreas de conhecimento que tem demonstrado, de forma consistente, interesse na pesquisa e na prática audiovisual.

Esperamos, como essa iniciativa, estabelecer um ambiente de permanente reflexão sobre as diversas modalidades de ensino do audiovisual, difundindo a pedagogia da criação baseada na experiência estética do cinema, além de conscientizar os indivíduos sobre o campo de estudo das imagens na Era do Audiovisual.

Metais para todos!

sábado, 23 de agosto de 2008

Esclarecimentos

Oi pessoal!
Deixei de ser bolsista do Ministério Público de Santa Catarina, então conseqüentemente não faço mais clipping de notícias. Não tive mais a oportunidade de manter uma rotina de leitura para continuar a publicação de notícias relacionadas a cinema. Porém, assim que for possível, tentarei criar uma nova rotina adaptada ao meu novo ritmo de trabalho e estudo e voltarei a fazer publicações neste blog.
Então até breve! =)